segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

O índice-enlevo



Índice-enlevo



Pesquisa, leitura e escrita tendo como base um elenco dos livros de leitura frequente no enlevo espiritual. Sinal e índice de trabalho docente em artes literárias com análise espiritualista.



O Índice-enlevo não é literatura de propaganda nem literatura panfletária. No entanto, apresenta um viés de exploração filosófico que, se não é açambarcante, em termos totalizantes, é, ao menos, realizado em primeira instância, a partir desse pensamento: dos “porquês”, dos “comos”, dos “ondes” e dos “quandos” no terreno da apreciação que suscita realidades ou que possa suscitar realidades questionadoras e de impulso ao elevar de apreciações antes ocultas e/ou ausentes do rol de percepções do homem e da mulher contemporâneos.
Por exemplo, porque não buscar compreender, literariamente:
. O conceito de virgindade como sendo o olhar do ato amoroso (sexual) como a primeira vez e não como a ausência de prática amorosa (sexual).
. O conceito de alma-mundo como experienciar do planeta Terra do qual fazemos parte inextricavelmente.
. O conceito de honra, dignidade e valores como sendo inerentes aos seres humanos e não como “adendos” que nos são negados, muitas vezes, no mundo contemporâneo.
. O conceito de beleza, bondade e verdade como poética da vida e não como ideais que nada significam – ou significam muito pouco – para o cidadão médio e mesmo para muitas elites.
Os exemplos citados são considerações pessoais minhas e podem, logicamente e subjetivamente, variar conforme a individualidade de cada escritor.
Tais conhecimentos ou considerações ciclicamente desaparecem ou reaparecem das percepções humanas de tempos em tempos e podem ser mais facilmente ou mais dificilmente acessadas por estéticas literárias, artísticas e culturais, por pensamentos filosóficos e morais ao longo das épocas. O índice-enlevo propõe a permanência de temas, estilos ou tendências de atitudes “fora de moda” ou “fora de contexto” no arsenal estético literário e artístico, independente da classificação ou denominação da vertente utilizada, mesmo se tais atitudes e/ou pensamentos não forem diretamente ou claramente identificáveis em determinada obra literária ou de arte.

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O índice-enlevo pode suscitar realidades no terreno do maravilhoso, sem ser ou tornar-se, propriamente, literatura do maravilhoso, sendo mais voltada a uma experiência estética que, generalizante ou generalista, por natureza, não se atêm a uma independência ou subjetividade própria, inerentes. Ao contrário, pode se juntar e/ou se plasmar com outras tendências – desde o anti-design, na comunicação visual até o neoísmo na experimentação artística e cultural; desde o expressionismo abstrato até a literatura fantástica – sem deixar de apresentar ou demonstrar sua preocupação maior em elevar mentes, consciências e espíritos. Sendo esta característica presente como a mola propulsora ou a pedra de toque do processo criativo ou ainda, o alvo a ser alcançado no resultado final da sua prática e teoria. Em qualquer desses momentos o índice-enlevo propõe não o materialismo ou o espiritualismo, mas, em essência, um ponto de contato entre o planejamento (projeto), prática (práxis) e teoria (conceito) no qual a arte possa ser plenamente vivenciada numa apreciação rica e elevada – necessariamente rica em desdobramentos e elevada em apreciação – que possa torna-la próxima do mid-cult, do cult, do erudito e da pop art, sem ser ou tornar-se, totalmente, qualquer uma dessas classificações.

Mauricio Duarte (Swami Divyam Anuragi)

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

A descoberta da espiritualidade

A descoberta da espiritualidade




Para mim, até os 13 anos de idade, mais ou menos, a espiritualidade, a verdadeira espiritualidade tinha a ver com os super-heróis das revistas de histórias em quadrinhos. O heroísmo, a abnegação e a determinação dos personagens principais, os super-heróis, era algo impressionante.  Na minha cabeça os santos da igreja e tudo que se relacionava à igreja era triste, enfadonho e sem brilho.  Tanto que numa de minhas leituras infantis do Apocalipse na Bíblia, lembrei imediatamente das figuras fantásticas das revistas e quando vislumbrei os dez chifres na Fera escarlate, os anjos, o Dragão, a Primitiva Serpentee tudo o mais do relato bíblico, me interessei mais pelas Escrituras.  Mas só pelo Apocalipse.  E durante pouco tempo.
Porém, a verdade é que a real espiritualidade tem pouca relação com as cenas espetaculares, os dramas fantásticos e as peripécias aventurosas próprias dos super-heróis de HQ.  A espiritualidade é feita de pequenas coisas, pequenos gestos, pequenas atitudes e com perseverança, com dignidade e com sinceridade.  Jesus Cristo tem menos a ver com seus milagres do que com sua compaixão, sua diligência e sua sabedoria divinas.  Viver uma vida espiritualmente rica é descobri-la – e será muito melhor descobrir na juventude – em seu coração e guardar esse tesouro no seu coração para a vida inteira.  É saber que “o pouco com Deus é muito, mas o muito sem Deus é nada.”Portanto, fazer pouco, mas fazer sempre, todos os dias é o segredo para andar nos caminhos do Pai Celeste.
Crer que a bem-aventurança pode fazer a diferença na vida é ter a certeza de que a fé cura e cura totalmente se nossa fé for total, apesar de pequena.  Afinal, como a semente de mostarda que é tão minúscula e dá origem a uma árvore tão grande e majestosa, também o mesmo ocorre quando o novo homem surge em nós; nossa vida muda completamente,estamos em Deus e somos renovados em harmonia com o Universo.
Humanamente, é preciso estabelecer relações com Deus. Ele é um amigo que nunca nos abandona.  Para uma criança, ele se parece com... um super-herói... Sim, é verdade.  Com a diferença que Ele existe, embora a mídia, o governo e o sistema todo, enfim,pareçam estar realmente esforçando-se para que ninguém se lembre disto.
Desse modo, não vejo mal nenhum em ter super-heróis como ídolos.  São muito bons exemplos até certo ponto.  Mas, é preciso saber que a nobreza de espírito ou a santidade são superiores ao heroísmo ou ao sacrifício por ideais.  Embora nem todo herói seja santo, todo santo é um herói, a seu modo.  Todo iluminado também tem um pouco de mártir e se sacrifica por motivos corretos, espiritualmente falando.  Que possamos reconhecer a verdadeira aventura de descobrir a espiritualidade em nossas vidas.  E saibamos cultivá-la e compartilhá-la a cada dia.  Paz e luz.
Mauricio Duarte (DivyamAnuragi)


Leia mais: http://www.divulgaescritor.com/products/a-descoberta-da-espiritualidade-por-mauricio-duarte/

Convergência da divergência

Academia Virtual de Letras
Patrono: Paulo Coelho
Acadêmico: Mauricio Duarte
Cadeira: 18             
                                   
Convergência da divergência  



O amor está escondido no ódio,
como o ódio está latente, sim,
no amor, escultura barroca
que amplia, também se encolhe em mim,
tão plena e universal quanto oca...

As trevas pré-existem na luz,
assim como a luz, sim, dependeu
da eternidade, a escuridão,
eterna sombra do mal meu,
a morte e a vida da criação...

O bem está dentro do mal,
e o mal, sim, é a ausência do bem,
contraste de Deus e do diabo,
que se desencontram no além.
Céu: enlevado; inferno: queimado...

Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)        



segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Sinopse do livro OS ARCANOS, romance de minha autoria, pela Arca Literária

Sinopse do livro OS ARCANOS, romance de minha autoria, pela Arca Literária . Interessados em adquirir um exemplar, entrem em contato pelo meu e-mail: duarte.mauricioantonio.maurici@gmail.com 



Romance que narra um dia da vida do caminhante Nonato Cardoso dos Santos em Juazeiro do Norte na celebração de Nossa Senhora das Candeias. Nesse dia Nonato descobrirá que pode ser mais do que um devoto, pode alcançar a santidade. Por qual meios e por quais caminhos isso acontecerá (visões e poderes sobrenaturais) é o tema da aventura do viajante que deixou família com mulher e filho em Exu para viver a sua devoção por Jesus Cristo, Deus e o Espírito Santo.

​​​​​​​http://www.arcaliteraria.com.br/os-arcanos-mauricio-duarte/

Distúrbio 3


Distúrbio 3
nanquim e colagem s/ papel couché e cartão triplex
21,9 x 32 cm
2018
Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Distúrbios 2



Distúrbio 2
nanquim e colagem s/ papel couché e cartão triplex
21,9 x 32 cm
2018
Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

Distúrbio



Distúrbio
nanquim e colagem s/ papel couché e cartão triplex
21,9 x 32 cm
2018
Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)