quinta-feira, 2 de setembro de 2021

VOZES QUE CALAM . Sementes líricas de Maurício Duarte por Helena Fragoso

 



VOZES QUE CALAM . Sementes líricas de Maurício Duarte por Helena Fragoso


"(...) Neste livro, Maurício Duarte, traz-nos as suas percepções do mundo atual, mostra-nos através das suas vozes que calam, a frieza, a desumanização, até mesmo a indiferença da mídia, perante acontecimentos da nossa sociedade; mídia essa que nos apresenta casos e casos, sem que haja a preocupação de nos dar uma informação detalhada e isenta, até mesmo mais precisa, apenas se limitando a fazer uma apresentação rápida e muitas vezes tendenciosa; se repararmos, as notícias nos chegam em catadupa, sem que se demore para uma apreciação mais valorizada dos problemas. (...) Maurício Duarte, coloca em seus poemas, com uma sensibilidade tocante, e com uma arte poética incontestável, todas estas realidades, abrindo-nos a consciência para todas essas vozes que calam Vozes que são as mais importantes e mais necessárias. Um livro muito interessante e com uma poesia que nos delicia pela beleza e intensidade."

Helena Fragoso

sábado, 14 de agosto de 2021

RASTROS E DESENHOS CALIGRÁFICOS 2

 RASTROS E DESENHOS CALIGRÁFICOS 2





Rastros e desenhos caligráficos 2
Expressionismo abstrato
Nanquim e pastel seco s/ papel e computação gráfica
21 x 29,7 cm
2021
Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)
Impressões de artes
R$ 117,45
Tela
R$ 166,90

Trecho do livro CARAMURU de autoria de Frei José de Santa Rita Durão

 Academia Virtual de Letras António Aleixo

Patrono: Frei José de Santa Rita Durão

Acadêmico: Mauricio Duarte

Cadeira: 39

Acadêmico Vitalício





"VI
Das faces belas, se na terra houvera
Imagem competente que a pintara,
Às flores mais gentis da Primavera
Pelo encarnado, e branco eu comparara:
Mas flor não nasce na terrena esfera;
Não há estrela no Céu tão bela, e clara,
Que não seja, se a opor-se-lhe se arrisca,
Menos que à luz do Sol breve faísca.
VII
Da boca formosíssima pendente
Pasma em silêncio todo o Céu, profundo:
Boca, que um Fiatpronunciou potente,
Com mais efeito, que se criasse um Mundo:
Odorífero cheiro em todo o ambiente
Do labro se espalhava rubicundo;
Fragrância celestial, que amante, e pia
No Filho com mil ósculos bebia.
VIII
Todos suspende em pasmo respeitoso
O amável formosíssimo semblante;
E mais nele se ostenta poderoso
O Soberano Autor do Céu brilhante:
Pois quanto tem o Empíreo de formoso,
Quanto a angélica luz de rutilante,
Quanto dos Serafins o ardente incêndio,
De tudo aquele rosto era um compêndio.
IX
Nas brancas mãos, que angélicas se estendem,
Um desmaiado azul nas veias tinto,
Faz parecer aos olhos, quando o atendem,
Alabastros com fundos de jacinto;
Ambas com doce abraço ao seio prendem
Formosura maior, que aqui não pinto;
Porque para pincel me não bastara,
Quanto Deus já criou, quanto criara."

Trecho do livro CARAMURU de autoria de Frei José de Santa Rita Durão

Blues da solidão

 

Academia Virtual de Letras António Aleixo

Patrono: Frei José de Santa Rita Durão

Acadêmico: Mauricio Duarte

Cadeira: 39

Acadêmico Vitalício





Blues da solidão


Por remota que fosse a possibilidade,

a minha alma nunca desistiria daquilo.

Ver, ouvir, ser, estar, não, nada disso basta.

A esperança não se alimenta disso não.

A esperança só existe através do lamento.

O blues que vem e vai, nos torna plenos, sim.

Mostra-nos o quanto a dor tem que passar, ir-se.

Para pôr no seu lugar, um quê de saudade...


Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

quarta-feira, 28 de julho de 2021

MEU BOTÃO DE AZALEIA . Poesia . Júnio Liberato

 


MEU BOTÃO DE AZALEIA

Poesia

Júnio Liberato

"Meu Botão de Azaleia" são poemas que escrevo para mostrar minha experiência de vida, como vejo as coisas. Em meus versos busco usar o carisma, a simplicidade e levar, quem sabe, um pouco de sabedoria para você! Quero também mostrar que a arte da poesia é uma forma de você não se sentir só neste mundo caótico em que vivemos. A arte tem seu poder!

Júnio Liberato - autor

100 páginas

14,8 x 21 cm

capa colorida

miolo PB

Piranga

2021

Publicação Independente


ISBN: 978-65-00-24319-2


Preço: R$ 42,00 + FRETE dos correios


Adquira este livro pelo pag seguro: https://pag.ae/7XkzeZmHL


Ou adquira este livro realizando um depósito na conta corrente:


Titular: Mauricio Antonio Veloso Duarte

Banco: Banco do Brasil

Agência: 2899-1

Conta corrente: 58.703-6


ou


Titular: Bartira Mendes Costa

Caixa Econômica

Agência: 0194

Operação : 001

Conta corrente: 00027316-8


Após o depósito envie o comprovante de depósito com nome completo e seu endereço para: duarte.mauricioantonio.maurici@gmail.com ou bartiramendesrespirandopoesia@gmail.com

O exemplar do livro será enviado a você em até 30 dias úteis, conforme contingenciamento dos correios e demais serviços por causa da pandemia de COVID19 - Coronavírus.

quinta-feira, 22 de julho de 2021

O vento mudou ou fomos nós?

 Academia Virtual de Letras António Aleixo

Patrono: Frei José de Santa Rita Durão

Acadêmico: Mauricio Duarte

Cadeira: 39

Acadêmico Vitalício



O vento mudou ou fomos nós?


Estranho como o vento mudou...

Estão todos imaginando.

O barco não vai ao horizonte.

O barulho do mar não se ouve.


Estrelas à noite não há.

Tudo plástico e dura pouco.

Este vento é que não é igual ao antes

Está selvagem (sempre foi?)


Caleidoscópio do hoje atual.

Nada se coaduna com nada.

Nós somos a pedra e a flor ainda.

Mas o vento não; o vento mudou...


Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)